Elgar – Enigma Variations, Op. 36
Uma porta de entrada para as Variações Enigma de Elgar, entre tema, retrato musical, amizade e imaginação sonora.
Uma porta de entrada para as Variações Enigma de Elgar, entre tema, retrato musical, amizade e imaginação sonora.
Um olhar sobre Beethoven, crise e invenção: como uma carta pode iluminar a vida do compositor sem esgotar a música.
Um guia breve sobre o que significa BWV nas obras de Bach e por que essa organização ajuda quem quer estudar o repertório.
Uma reflexão sobre escutar como resposta: a obra não entrega apenas sons, ela propõe perguntas ao ouvinte.
Um resumo claro sobre elementos básicos que sustentam a experiência musical e ajudam o ouvinte a perceber estrutura, movimento e sentido.
Uma entrada para Beethoven que liga crise, criação e escuta sem reduzir a obra a uma simples curiosidade biográfica.
Um comentário direto sobre velocidade, atenção fragmentada e a necessidade de recuperar tempo interno para ouvir música com profundidade.
Impressões de começo: expectativa, método e descoberta aparecem juntos no início de uma nova rotina de estudo musical.
Um relato sobre aprendizado musical pela experiência: quando uma pessoa, uma aula ou um encontro muda a forma de ouvir.
Uma conversa sobre pesquisa, música e os fios discretos que conectam ideias, experiências e modos de escutar ao longo do tempo.
Maestro titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba, o carioca Thiago Santos foi o primeiro latino-americano contemplado com a bolsa de estudos Leverhulme Arts Scholar para o renomado programa de regência orquestral do Royal Northern College of Music, na Inglaterra. Entre 2014 e 2016, atuou como regente assistente das orquestras BBC Philharmonic e da Royal Liverpool Philharmonic, colaborando com renomados maestros como Juanjo Mena, Vasily Petrenko, Yan Pascal Tortelier, Ton Koopman e John Storgards.
No Brasil, dirigiu a Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica de Porto Alegre, Sinfônica de São José dos Campos, Sinfônica da UFRJ, entre outras. Na Inglaterra, também trabalhou com a Stockport Symphony, Nottingham Philharmonic e Manchester Camerata. Ainda na Europa, regeu a Buhoslav Martinu Philhamonie (República Tcheca) e U Artist Festival Orchestra (Ucrânia).
Vencedor do Concurso para Jovens Regentes da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (2011), em 2015, foi um dos 10 semifinalistas na Antal Dorati Competition, na Hungria, competição que reuniu mais de 120 regentes de diversos países. No mesmo ano, colaborou com membros da Mahler Chamber Orchestra regendo masterclasses orquestrais para jovens músicos na Inglaterra.
Seu vasto repertório compreende música sinfônica, coral e ópera, do barroco à música contemporânea, tendo dirigido estreias mundiais de inúmeras obras no Brasil e no exterior. Estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro dirigindo a montagem da ópera Savitri, de Gustav Holst, e ainda colaborando em outras produções como Lo Schiavo, de Carlos Gomes, e Jenufa, de Leos Janacek.
Defensor da música brasileira, Thiago ainda é um estudioso da obra de José Maurício Nunes Garcia e de Francisco Braga. Também colabora com a Academia Brasileira de Música através edições e revisões de obras de importantes compositores brasileiros, tais como: Heitor Villa-Lobos, Francisco Braga, Henrique Oswald, Mário Tavares e Ernani Aguiar.
Cursou bacharelado e mestrado em regência na UFRJ com André Cardoso. Outros mentores no Brasil e no exterior foram: Sir Mark Elder, Giancarlo Guerrero, Juanjo Mena, Vasily Petrenko, Marin Alsop, Fábio Mechetti e Guillermo Scarabino.